
Você não pode mudar o que sente, mas pode aprender o que fazer com seus sentimentos. Nós do LIV – Laboratório Inteligência de Vida – acreditamos nesse conceito e por isso levamos para escolas de todo o Brasil um programa de educação socioemocional que ajuda estudantes a conhecerem seus sentimentos e a desenvolverem habilidades para a vida.
Você não pode mudar o que sente, mas pode aprender o que fazer com seus sentimentos. Nós do LIV – Laboratório Inteligência de Vida – acreditamos nesse conceito e por isso levamos para escolas de todo o Brasil um programa de educação socioemocional que ajuda estudantes a conhecerem seus sentimentos e a desenvolverem habilidades para a vida.






“Porás juízes e oficiais em todas as tuas portas,
que o Senhor teu Deus te der, entre as tuas tribos,
e eles julgarão o povo com juízo de justiça.
Não perverterás o juízo; não farás acepção de pessoas,
nem tomarás um presente, porque um presente
cega os olhos do sábio, e perverte as palavras do justo.
Aquilo que é totalmente justo seguirás, para que vivas
e herdes a terra que o Senhor teu Deus te dá.”
(Deuteronômio 16:18-20)
Interpretação à luz de Deuteronômio 16:18–20
O texto bíblico estabelece a necessidade de juízes imparciais e íntegros, cuja missão é aplicar a justiça sem favoritismo, corrupção ou influência externa. Cada decisão deve refletir equidade, ponderação e fidelidade aos princípios de Deus.
No contexto do Grau 7 – Preboste e Juiz, Salomão institui uma corte para manter a ordem e a disciplina na construção do Templo, assegurando que conflitos e disputas fossem resolvidos de forma justa. A narrativa de Zabud e Naboth ilustra o desafio de equilibrar relações pessoais com a imparcialidade do julgamento: amizade e afeto jamais devem corromper a justiça.
Para o Maçom, este Grau simboliza o desenvolvimento da virtude da equidade. Julgar com justiça significa agir segundo a verdade e a consciência, protegendo o bem maior e respeitando a dignidade de todos. Assim, o Preboste e Juiz não é apenas um executor da lei, mas um guardião moral que harmoniza o dever, a razão e a fraternidade.
O ensinamento central é que a justiça não é apenas social ou legal, mas interior e ética: o Maçom deve aplicar imparcialidade e retidão em todos os atos da vida, sendo exemplo de integridade e equilíbrio.
Créditos:
Antonio A. Belelli - M.:M.: Gr.: 33 GLEG
Fonte - Pesquisa:



